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Política

Witzel é citado como “chefe supremo” em delação de empresário, diz revista

Esquema teria rendido cerca de R$ 30 milhões em menos de um ano.

Michael Caceres

Publicado

em

Wilson Witzel (Tomaz Silva/Agência Brasil)

Em delação à Procuradoria-Geral da República (PGR) o empresário Arthur Soares, conhecido como “Rei Arthur” afirmou que o governador do Rio de Janeiro, Wilson Witzel (PSC) é o “chefe supremo” do esquema de corrupção para extorquir empresas prestadores de serviços.

Segundo informa a revista Veja, o empresário colocou Witzel no centro do esquema. O empresário também era muito próximo do ex-governador Sérgio Cabral (MDB), condenado a mais de 200 anos de prisão por envolvimento em esquemas de corrupção.

Arthur chegou a ser preso pela Lava Jato, mas assinou acordo de delação e assumiu participação em um esquema de compra de votos que favoreceu a escolha do Rio de Janeiro como sede da Olimpíada de 2016. Agora ele acusa Witzel de participar de um esquema.

A proposta apresentada por “Rei Arthur” à PGR acusa o governo de Witzel de atrasar propositalmente pagamentos a prestadoras de serviço para depois poder negociar propina. O esquema teria rendido cerca de R$ 30 milhões em menos de um ano.

O empresário acusa também o pastor Everaldo Pereira, presidente do PSC (Partido Social Cristão) de ser o operador do esquema, juntamente com o secretário da Casa Civil e Governança, o ex-deputado federal André Moura, responsável pelas negociações da propina.

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