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Uso da cloroquina contra covid-19 é testado em grande estudo

Pesquisa envolve 40 mil profissionais de saúde da Europa, Ásia, África e América do Sul.

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Um grande estudo internacional, liderado pela Universidade de Oxford com apoio da Unidade de Pesquisa de Medicina Tropical de Oxford de Mahidol (Moru), em Bangcoc, quer testar a eficácia do uso da cloroquina e hidroxicloroquina no tratamento da covid-19

Enfermeiros e médicos de Oxford e Brighton, que trabalham com pacientes infectados, poderão se voluntariar a partir desta quinta-feira (21) para a pesquisa, informa a agência Reuters.

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Mais de 40 mil profissionais de saúde da Europa, Ásia, África e América do Sul participarão do estudo para determinar se a cloroquina e a hidroxicloroquina são eficazes na prevenção do novo coronavírus.

O Ministério da Saúde liberou nesta semana o uso da cloroquina e da hidroxicloroquina no tratamento do coronavírus, atendendo a um pedido do presidente da República, Jair Bolsonaro. Desde o início da crise no Brasil o presidente vinha defendendo o uso do medicamento.

A recusa de dois ex-ministros da Saúde, Luiz Henrique Mandetta e Nelson Teich, de liberar o protocolo para uso da cloroquina gerou conflitos no governo, resultando em duas trocas no ministério em um curto período de tempo.

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A defesa do uso do medicamento acabou ganhando destaque internacional depois que o presidente dos Estados Unidos, Donald Trump, revelou que tomou hidroxicloroquina para prevenção contra o coronavírus e defendeu o seu uso.

“Esses testes nos darão a melhor compreensão do quão seguros e eficientes esses remédios podem ser em populações e faixas etárias diferentes”, explicou Nick Cammack, do Wellcome Trust, uma instituição de caridade médica britânica que está ajudando a financiar o teste.

“Se, e somente se, eles forem eficientes, esses remédios podem ser produzidos em grande escala e distribuídos rapidamente ao redor do mundo.”

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