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Trump derruba lei que obrigava médicos a realizar cirurgia trans e aborto

Lei de Obama obrigava profissionais de saúde a participar de cirurgias.

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O Departamento de Saúde e Serviços Humanos derrubou uma regra imposta pelo ex-presidente americano Barack Obama, através do Obamacare, que obrigava médicos a realizar cirurgias em transexual e procedimentos de aborto em mulheres.

A nova regra do governo Trump protege os profissionais de saúde que recebem financiamento federal de serem forçados, mesmo contra suas crenças, a realizar cirurgias para mudanças físicas em transexuais e também o aborto em mulheres que não queiram mais dar prosseguimento na gravidez.

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Na avaliação conservadora, o governo Obama excedeu sua autoridade legal ao contemplar de maneira muito ampla a questão do gênero, concedendo privilégios que prejudicam as próprias liberdade individuais dos profissionais de saúde, incluindo a liberdade de expressão e crença.

“Sob o antigo regime de Obama, os profissionais médicos poderiam ter sido forçados a facilitar cirurgias de reatribuição de gênero e abortos – mesmo que acreditassem que isso fosse uma violação de sua consciência ou prejudicial ao paciente”, disse Mary Beth Waddell, do Conselho de Pesquisa da Família Religiosa Conservadora.

Segundo a CBN, a mudança na lei garante a proteção da pessoa LGBT, mas acaba com os privilégios e protege o direito de os profissionais de saúde escolherem se querem fazer parte de cirurgias para tentativa de mudança de sexo ou aborto.

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