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Opinião

Suprema vergonha! “Olimpo” tupiniquim decide que mortais não têm direitos

“A pior ditadura é a ditadura do Poder Judiciário. Contra ela, não há a quem recorrer.”

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A sanha autoritária dos ministros do Supremo Tribunal Federal (STF) ganhou mais um episódio para manchar nossa história. Suprema vergonha! Do alto do “Olimpo” tupiniquim, os “semideuses” decidiram que nós, meros morais, não temos direitos. Cuspiram na face dos brasileiros para provar que são mesmo intocáveis.

E tudo partiu da mente do presidente da Corte, o eterno advogado do Partido dos Trabalhadores (PT), responsável por instaurar o chamado “inquérito das fake news”, cujo propósito é calar os críticos e impor punição contra quem ousar apontar os desmandos dos togados.

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Com manobras mirabolantes e teses inexistentes, os ministros do Supremo rasgaram a Constituição, violaram o sistema acusatório, ofenderam o princípio da livre distribuição e desprezaram o Código Penal.

Em evidente desrespeito a ordem jurídica, o Plenário do STF deu aval para os abusos do ministro Alexandre de Moraes, que comanda o processo a pedido de Toffoli. Sim, ele comanda o processo a pedido, pois não houve sorteio.

Trata-se do maior golpe da Corte contra a ordem legal. Foram dez votos a favor da continuidade do inquérito fake e um contra. Se antes faltava o sinal dos demais ministros de que o desrespeito a Constituição não era coisa unânime por lá, a unanimidade agora existe e o Supremo comprovou que está longe de suas atribuições, que seria da defesa desta Constituição que agora rasgam.

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Alguns dizem que vivemos nos limites da estabilidade institucional. A meu ver, os limites foram ultrapassados. Essa estabilidade já não existe, pois não há segurança jurídica. Como diria Rui Barbosa, pai da Constituição: “A pior ditadura é a ditadura do Poder Judiciário. Contra ela, não há a quem recorrer”. Estamos sob uma ditadura do STF.

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