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Sociedade

Sinal de “Ok” vira símbolo de ódio para grupo de direitos civis

Grupo diz que sinal representa “poder branco”.

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O símbolo manual de “OK”, quando polegar e indicador se juntam e os outros três dedos permanecem de pé, foi adicionado nesta quinta-feira (26) ao banco de dados on-line de símbolos de ódio, um banco mantido por um grupo judeu de direitos civis.

Neste banco, chamado de “Hate on Display” da Liga Anti-Difamação (ADL), estão símbolos como cruzes em chamas, roupas Ku Klux Klan, suástica e muitos outros símbolos evidentes de racismo e antissemitismo.

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Juntamente com o símbolo “OK”, entraram para a lista o corte da cabelo estilo Dylann Roof – popularmente chamado de corte tigelinha no Brasil- (supremacista branco que assassinou nove cristãos negros em uma igreja na Carolina do Sul) e o meme “Happy Merchant” um desenho animado que retrata um homem judeu com visões antissemitas.

“Mesmo que os extremistas continuem usando símbolos que podem ter anos ou décadas, eles regularmente criam novos símbolos, memes e slogans para expressar seus sentimentos de ódio”, disse Jonathan Greenblatt, CEO da ADL, em comunicado.

“Acreditamos que a aplicação da lei e o público precisa ser totalmente informado sobre o significado dessas imagens, que podem servir como um primeiro sinal de alerta para a presença de inimigos em uma comunidade ou escola”.

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Sinal de "Ok" vira símbolo de ódio para grupo de direitos civis

“White Power”.

Na explicação do site The Hill, o sinal de “OK” tornou-se popular nos últimos anos entre os extremistas de extrema direita e os supremacistas brancos que o usam para fazer as formas das letras para “w” e “p”, que representam “poder branco”.

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