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Senadores querem proibir aborto por síndrome de Down nos EUA

“Deus tem um plano para cada vida, e devemos honrá-lo”, lembrou parlamentar.

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Jovem com síndrome de Down e sua mãe. (Foto: Nathan Anderson / Unsplash)

Através da Lei de Discriminação da Síndrome de Down, os senadores de Oklahoma, James Lankford e Jum Inhofe, tentam proibir o aborto nos casos onde o bebê recebeu o diagnóstico da síndrome.

“Se você já conheceu alguém ou tem um membro da família com síndrome de Down, sabe que são pessoas maravilhosas e alegres que merecem tanto a vida quanto qualquer outra pessoa”, disse o senador Lankford, segundo o canal 8 ABC de Tulsa.

Ele revelou que se sentiu honrado em entrar nessa luta pela defesa dos portadores da síndrome de Down juntamente com o senador Inhofe para que, juntos, possam “proteger crianças no útero diagnosticadas” com a síndrome.

“Deus tem um plano para cada vida, e devemos honrá-lo trabalhando juntos como nação para garantir que cada criança e sua família tenham acesso aos recursos necessários para ter sucesso, independentemente de uma criança ter ou não um cromossomo”, declarou.

O projeto dos senadores visa proibir em todo o país o aborto após a mãe tomar conhecimento de que o bebê nascerá com a síndrome de Down.

“Toda vida tem valor e isso se estende aos nascituros”, disse Inhofe.

“Tirar a preciosa vida de um bebê por nascer é assassinato, mas negar a uma criança a chance de viver por causa de sua contagem de cromossomos é um esforço hediondo para eliminar uma comunidade vibrante através do aborto”, completou.

O senador Inhofe acredita que “todas as crianças devem ter a chance de viver” e é isso que ele busca oferecer através desse projeto de lei.

Oito estados (Indiana, Ohio, Dakota do Norte, Louisiana, Kentuki, Missouri, Arkansas, Utah) promulgaram legislação para proibir o aborto com base na síndrome de Down. Vários estados adicionais introduziram legislação semelhante.

O assunto já chegou à Suprema Corte quando o caso de Indiana chegou aos magistrados. A proibição do aborto por síndrome de Down foi recusada pelos ministros, mas não ficou decidido se a Constituição exige que os EUA permitam abortos eugênicos, na fala do juiz Clarence Thomas.

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