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Opinião

Sem teologia nem libertação: “jesus” da Mangueira é pura militância esquerdista

Escola apelou para socialismo ao tentar promover “luta de classes”.

Michael Caceres

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Evelyn Bastos representa "Jesus" como mulher (Foto: Reprodução/TV Globo)

O desfile de samba promovido pela Estação Primeira de Mangueira não teve nem teologia, nem libertação, foi pura militância esquerdista para promover o ideal de mundo socialista, com os já conhecidos confrontos de classes. Ou a máxima: dividir para conquistar.

Até a Rede Globo, emissora habituada a atacar o cristianismo e ofender os evangélicos, rendeu-se a interpretação distorcida da Bíblia apresentada pela escola, que trouxe um “cristo” marginal, que leva dura da polícia, bem como uma imagem feminina representando o “jesus” da escola.

Passou pela ideia do responsável pelo desfile da escola, que contou com a consultoria de um tal Henrique Vieira, que se diz “pastor” – coisa que está na moda – que o Evangelho pode ser interpretado através dos ideais de Karl Marx, o que é defendido pela famigerada “Teologia da Libertação”.

Na cabeça desta gente, o cristianismo pode ser usado para reconquistar o espaço político que perderam justamente por, entre outras coisas, confrontar os valores defendidos pela maioria cristã deste país. Ou seja, querem usar os cristãos como massa de manobra, mesmo tendo ódio mortal do segmento.

Sim, pois todos sabemos que o Comunismo é um perseguidor contumaz dos cristãos, sendo talvez o maior responsável pela morte de seguidores de Jesus Cristo. Segundo dados do documentário “Martirizados na URSS”, ao menos 12 milhões de cristãos foram mortos pelos regimes socialistas de Lênin, Stalin, Kruschev e outros.

Lênin queria erradicar o cristianismo, chegando a afirmar que “a guerra contra quaisquer cristão é […] lei inabalável”. Não há no mundo um único país dominado por comunistas que não tenha promovido uma forte perseguição contra os seguidores de Jesus.

Mas voltemos a escola. É com esses ideais que a Mangueira tenta apresentar Jesus, inclusive com aquela roupagem esquerdista, de ataque aos policiais, militância e defesa de minorias, que estariam sendo “crucificadas”. Evoca frases de efeito, como “só ame”, apresentando gays na cruz.

Surpreendentemente, ainda que nada me espante da hipocrisia esquerdista, aqueles que eram ateístas convictos agora se apresentam como “puritanos”, inclusive com um cristianismo falso, sincretista e que pode ter “mães de santo” como mártires crucificadas.

Além disso, há ainda a tentativa de impor o feminismo como causa cristã, trazendo uma mulher vestida como Jesus para lutar contra um suposto machismo, opressão e aquela baboseira toda que as militantes defendem, ocultando porém a defesa do aborto.

Não há no cristianismo defesa das mulheres, pobres e oprimidos? Evidente que sim! Foi o cristianismo quem primeiro defendeu a igualdade entre os homens. Tenho pra mim, aliás, que Marx tentou copiar o cristianismo, mas excluindo Deus, a quem desejava vingança.

“Assim, o Céu eu perdi, e sei disso muito bem. Minha alma, que já foi fiel a Deus, está escolhida para o Inferno. Nada, senão a vingança, restou para mim.” (Karl Marx)

Mas, convenham, é sempre bom lembrar o alerta de Jesus contra o que apresentou a Mangueira: “Cuidado para que ninguém vos engane! Pois muitos virão, usando o meu nome e dizendo: ‘Eu sou o Cristo! ‘ E enganarão muita gente” (Mateus 24.4-5).

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