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Opinião

Se “apropriar” da cultura indígena não pode, vilipendiar cristianismo tá liberado

Não há nada mais hipócrita que o politicamente correto pregado pela esquerda

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Sabemos que o forte de gente que possui o pensamento político no espectro “à esquerda” é sentir dificuldade de se manter coerente por muito tempo em suas construções de pensamento.

A filosofia política progressista crê na bondade inerente do ser humano e na capacidade de redenção última da própria comunidade humana pela força intraexistencial que faz uso de elementos externos, como políticas públicas. São estes que lhes fornecem todas as potencialidades para que as mudanças estruturais, culturais e políticas de uma sociedade aconteçam.

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Desde a redemocratização em 1988, temos no Brasil governos alinhados ao pensamento progressista – a própria Constituição foi redigida por uma maioria convencida de que o Estado deveria ser enorme e que a igualdade era a prioridade sobre a liberdade. Podemos afirmar que o governo atual é o primeiro governo legitimamente “de direita” da história.

E na questão cultural, o que temos é uma involução bárbara; estamos sendo controlados por um pensamento hegemônico que é ressentido e vitimista – e as gerações porvir estão completamente desconstruídas em suas identidades já em suas bases filosóficas.

O patrulhamento da mídia, da classe artística e de boa parte do jornalismo brasileiro tem criado um cenário de confusão e medo na sociedade, de modo que agora tudo é homofobia, xenofobia, preconceito, opressão etc. Não saia contando uma piada por aí, pois você pode correr o risco de ser processado ou linchado nas redes sociais.

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Até atriz global está sendo cerceada por essa militância daquilo que é fútil e vazio. Uma delas foi inventar de usar uma fantasia de índio e qual foi o resultado? Uma orquestrada movimentação nas redes para reprova-la como se o tribunal desta democracia fosse transferido fisicamente para a internet.

Agora, em contrapartida, escolas de samba farão [novamente] uma exibição expondo Jesus ao ridículo ou mesmo a uma caricatura completamente alienada de sua realidade existencial e imagética. E será que teremos alguém da esquerda para berrar no Twitter? Alguma jornalista da Folha ou de outra empresa do jornalismo se prontifica? Temos algum lacrador que possa postar algo no Instagram?

Não. Até porque na mentalidade destes a apropriação cultural somente se dá com aquilo que entendem como “minorias”. O problema é que o pensamento anticristão no Brasil já tomou à dianteira e tornou-se sim majoritário. Todo ano agora lidamos com o filme bizarro do Porta dos Fundos e com alguma escola de samba “subversiva” que tenta lacrar em cima da fé cristã.

E agora, com a polarização política pós-eleições de 2018, estão usando Cristo ou mesmo Maria para atacar a figura de Bolsonaro. Aliás, como gostam de falar do presidente, não é? Quanta carência e falta de assunto.

Este artigo tem um objetivo bastante simples: expor uma vez mais a hipocrisia destes incapazes que vivem num deserto de ideias. Talvez consigam um dia equilibrar o estado mental para compreender que não dá para ser contra uma fantasia de índio e simultaneamente vibrar com um samba-enredo que desrespeita a crença cristã, ou mesmo um filme que tenta jogar na lama a história de Cristo ou de qualquer outro nome que esteja atrelado à fé de alguém.

Talvez um dia (quem sabe) vocês progressistas consigam tornar o carnaval numa festa mais digna de respeito. No momento vocês só estão conseguindo comprovar que a famigerada “festa da carne” é mais um álibi para que uma ala da sociedade possa vomitar à vontade todo o seu preconceito e o seu ódio.

A tal da “apropriação cultural” só serve quando convém mesmo. É muita hipocrisia para pouco raciocínio lógico.

 

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Casado com Ana Talita, seminarista e colunista no site Gospel Prime. É pregador do evangelho, palestrante para família e casais, compositor, escritor, músico, serve no ministério dos adolescentes da Betânia Igreja Batista (Sulacap - RJ), na juventude da PIB de Vilar Carioca e no ministério paraeclesiástico chamado Entre Jovens. Em 2016, publicou um livro intitulado “Aos maridos: princípios do casamento para quem deseja ouvir”.