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Roqueiro diz que conheceu satanás durante coma: “Não é tão legal quanto achava”

“Ainda estou no inferno?”, questionou baterista de thrash metal ao voltar do coma.

Michael Caceres

Publicado

em

Will Carroll (Reprodução)

O baterista da banda Death Angel da Califórnia, Estados Unidos, relatou através das redes sociais que foi ao inferno e conheceu Satanás durante o período em que esteve em coma por coronavírus. Aos 47 anos, Will Carrol esteve em estado crítico no California Pacific Medical Center.

Ele afirma que durante o período de duas semanas em que esteve inconsciente, segundo o San Francisco Chronicle’s Datebook, teve uma experiência sobrenatural no inferno.

Viu um demônio feminino que o repreendia e o transformava no “monstro de Jabba, o Hutt”, da série Star Wars, que vomitava sangue até ter um ataque cardíaco.

Quando despertou do coma, em 30 de março, com tubos que o ajudavam a respirar, a primeira coisa que fez foi questionar a uma enfermeira onde estava.

“Minhas primeiras palavras foram: ‘Ainda estou no inferno?’ Ela me ignorou”, disse o baterista.

Para o músico, o tempo que passou no inferno o fez refletir sobre sua vida, tomando a decisão de parar o álcool e largar cigarros, além de evitar automedicar-se.

“Ainda vou ouvir metal satânico, e ainda amo o Deicide e bandas assim”, disse Carroll ao Chronicle.

“Quanto à minha vida pessoal e à minha experiência com o que passei, não acho que Satanás seja tão legal quanto antes”, completou.

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