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Israel

Relatório revela educação endêmica de ódio contra Israel em escolas palestinas

Centenas de livros escolares foram estudados para compor relatório.

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Um relatório produzido Centro de Informações sobre Inteligência e Terrorismo Meir Amit, em conjunto com o Centro de Pesquisa Política do Oriente, revelou que crianças palestinas estão sendo sistematicamente ensinadas a odiar israelenses judeus e agir com violência contra à presença judaica em Israel.

O estudo foi conduzido pelos doutores Arnon Gross e David Bedein, que analisaram 400 livros escolares publicados entre 2013 e 2020 e mais de cem livros para professores, publicados principalmente em 2018. O objetivo era compreender o que estava sendo ensinado nas escolas palestinas.

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Segundo a análise, há ao menos três principais vertentes de doutrinação que correm pelos textos: deslegitimação da existência do Estado de Israel, incluindo a negação de locais sagrados judeus dentro do território israelense; demonização de Israel e dos judeus, que são regularmente referidos como “o inimigo sionista”; e incitação à luta violenta para reivindicar todo o território como sendo palestino, sem nenhuma educação para a paz e a coexistência.

“Os livros escolares são especificamente importantes nas sociedades em conflito, porque indicam a narrativa que a liderança e a sociedade se esforçam para instilar nas mentes da geração mais jovem”, observa o relatório. “Os livros escolares emitidos pela Autoridade Palestina indicam, então, a essência da narrativa no que diz respeito ao conflito com Israel.”

Uma das narrativas apresentadas, segundo o Jerusalém Post, é que a próxima geração deve ser preparada “para um confronto contínuo e de longo alcance contra o Estado de Israel, a fim de alcançar o objetivo final, que é o estabelecimento do Estado da Palestina que estende-se por todo o território da Terra de Israel ”.

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O relatório observa que “não há vestígios nos livros escolares de que a Autoridade Palestina esteja negociando na arena internacional em ‘uma paz justa’ com base na solução de dois estados”, como defendem publicamente na Organização das Nações Unidas (ONU), enquanto se recusam a concordar com qualquer tipo de acordo.

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