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Reino Unido está procurando maneiras de se proteger contra a variante brasileira do COVID-19

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O primeiro-ministro Boris Johnson disse na quarta-feira que o governo estava procurando maneiras de impedir que uma variante do novo coronavírus encontrada no Brasil entre na Grã-Bretanha.

Reino Unido está procurando maneiras de se proteger contra a variante brasileira do COVID-19

Foto: (reprodução/internet)

A nova variante e a luta contra

O Ministério da Saúde do Japão disse no domingo que detectou uma nova cepa de COVID-19 em quatro viajantes do estado do Amazonas, no Brasil, que apresentava 12 mutações, incluindo uma também encontrada em variantes altamente infecciosas descobertas na Grã-Bretanha e na África do Sul.

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“Estamos preocupados com a nova variante brasileira … e estamos tomando medidas (para proteger o país) … em relação à variante brasileira”, disse Johnson a uma comissão parlamentar.

“Acho que é justo dizer que ainda temos muitas dúvidas sobre essa variante.”

Patrick Vallance, o principal consultor científico do Reino Unido, disse que a mutação brasileira parecia ter algumas das características das outras variantes do coronavírus.

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“O que estamos vendo é que mutações estão surgindo em todo o mundo bastante semelhantes em termos de mudanças”, disse ele ao programa “Peston” da ITV, dizendo que a cepa brasileira parecia ter semelhanças com a sul-africana.

Ele disse que não há evidências de que qualquer uma das novas variantes torne a doença mais grave.

“As mudanças que estamos vendo com as variantes são em grande parte em torno do aumento da transmissão; torna mais fácil passar de uma pessoa para outra, torna mais fácil pegar”, disse ele.

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Ele disse que não há evidências de que as vacinas seriam ineficazes contra a cepa que gerou um surto de infecções na Grã-Bretanha, mas eles não sabiam ao certo se seria o caso com a cepa sul-africana ou brasileira.

“Há um risco um pouco maior de que isso possa alterar a forma como o sistema imunológico o reconhece, mas não sabemos”, disse ele.

Traduzido e adaptado por equipe O Verbo News
Fonte: Reuters