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Sociedade

Psicanalista prega menos Deus, mais psicanálise: “Chega, Deus tá morto”

Maria Homem já defendeu que “família cristã” não vai sobreviver no planeta.

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Em mais uma entrevista eivada de preconceito religioso e ódio contra o Cristianismo, a psicanalista Maria Homem, que já defendeu que a “família cristã” não vai sobreviver no planeta e que não haverá espaço nem para Jesus Cristo, agora diz que o país precisa de “menos Deus e mais psicanálise.

Ao jornalista Morris Kachani, do blog Inconsciente Coletivo, do Estadão, a psicanalista tenta culpar o divino pelos crimes envolvendo Flordelis, pastor Everaldo e outros nomes que ganharam destaque na imprensa. Ela faz seu discurso com muitos jargões políticos da esquerda, mas com foco exclusivo em atacar a fé, principalmente dos evangélicos.

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Em um determinado momento da entrevista a psicanalista tenta negar o criacionismo, afirmando que não é assim, que “uma espécie vem de outra espécie” e chama de narcisistas aqueles que não concordam com o evolucionismo. Ela faz uma mistura de diversos assuntos e chega a ser perder em seus argumentos.

Maria Homem chega a defender a imposição de imposto para igrejas, afirmando que “Deus é uma mercadoria” e que é “um produto incrível”. “Por que não tem imposto para igreja? Pelo amor de Deus, justamente (risos). A religião é um negócio. Ela é terrena. Uma formação da subjetividade humana”, critica.

Atacando Bolsonaro e citando Flordelis, a psicanalista chega ao cumulo de dizer que “o crescimento do evangelismo representam um flerte com a perversão”. Ela fala em cobrar impostos e punir templos religiosos, além de sugerir o fechamento destes lugares.

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“Por menos Deus e mais psicanálise. Por menos transcendência e mais conhecimento de si e coragem de se escutar. Sem projetar, sem desmatar, negar ou armar a população. Deixa a terra girar”, disse.

Assista:

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