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Primeiro-ministro da Polônia ora em estátua de Jesus vandalizada por grupo LGBTBQ+

Mateusz Marawiecki criticou o que chamou de “vandalismo” e tentativa de “dividir” a sociedade.

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O primeiro-ministro da Polônia, Mateusz Marawiecki, visitou nesta quarta-feira (29) a Igreja da Santa Cruz, onde uma estátua de Jesus Cristo foi vandalizada por grupos LGBTBQ+, que penduraram a bandeira gay na estátua cristã de Varsóvia.

Segundo o premie, os ativistas LGBT ultrapassaram a linha de liberdade ao agredirem a imagem de Cristo com a bandeira do arco-íris. Ele disse que não permitirá que monumentos cristãos sejam desrespeitados no país.

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Vários monumentos foram vandalizados e ornamentados com a bandeira gay em Varsóvia, capital do país localizado no leste europeu. Os atos tinham como objetivo atacar o que chamam de heteronormatividade, teoria ligada a ideologia de gênero.

Primeiro-ministro da Polônia ora em estátua de Jesus vandalizada por grupo LGBTBQ+

Mateusz Marawiecki (Foto: Adam Guz / Assessoria do Primeiro-Ministro)

As ações receberam amplo apoio da esquerda no país, enquanto que a direita reagiu denunciando junto ao Ministério Público os atos, argumentando que a ação foi clara “profanação” de objetos de culto e símbolos religiosos.

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Para o primeiro-ministro, a ação de pendurar bandeiras do arco-íris em monumentos é um ato de “vandalismo”, cujo objetivo é “dividir a sociedade”. “Eu não vou permitir!”, avisou nas redes sociais.

“A figura profanada de Jesus de Krakowskie Przedmieście não é apenas um símbolo religioso, mas também uma testemunha da dramática história da capital. A mesma Varsóvia, que sofreu nas mãos de pessoas que não toleravam uma visão do mundo além da sua”, criticou.

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