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#Prayfor: campanhas de oração online não funcionam, diz pesquisa

Apenas uma em cada sete pessoas realmente ora pelos problemas levantados nas redes sociais

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Twitter. (Foto: Kon Karampelas / Unsplash)

Se você é usuário ativo das redes sociais já deve ter visto campanhas de oração com a hashtag #prayfor quando alguma catástrofe acontece.

Mas uma pesquisa realizada sob encomenda pelo Premier Christian News mostra que apenas uma em cada sete pessoas diz que já orou realmente por uma dessas campanhas on-line.

A pesquisa com mais de 2.000 adultos na Grã-Bretanha questionou os participantes sobre alguns dos principais eventos dos últimos 12 meses e os que mais levaram as pessoas a realmente orarem foram: os incêndios na Austrália (18%), seguidos pelo London Bridge Attack (18%) e o conflito dos EUA x Irã (11%).

Jonathan Oloyede, líder do Dia Nacional de Oração, disse ao Premier que ter estruturas de apoio à oração corporativa é mais eficaz do que campanhas de mídia social com hashtag.

Na visão dele, os grupos se reúnem mais para orar nas igrejas, grupos de células e grupos de estudo da Bíblia e que orações pelas redes sociais seriam eficazes se fossem feitas em chamadas em conferência ou individuais.

“Eu acho que existem muitas maneiras e várias plataformas nas quais mais pessoas podem se envolver em oração, se elas e as igrejas em que participam, facilitam e apoiam esse tipo de plataforma”.

Outra observação feita por ele se refere às gerações: as redes sociais são frequentadas por pessoas mais jovens, enquanto que os grupos de orações das igrejas é frequentado pelos mais velhos.

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