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Portugal não registra “reações adversas” à hidroxicloroquina

Medicamento tem mostrado bons resultados no combate a covid-19.

Michael Caceres

Publicado

em

Graça Freitas, diretora-geral da Saúde de Portugal (Miguel A. Lopes / EPA)

A diretora-geral da Saúde em Portugal, Graça Freitas, afirmou que o país não tem registros de reações adversas no uso da hidroxicloroquina no combate a covid-19.

“É um medicamento que deve ser usado de acordo com as suas indicações, pensando-se sempre o que se pesa quando se faz uma prescrição clínica, que são os riscos e os benefícios. A decisão de utilizar é uma decisão médica e sabemos, através do Infarmed, que até à data em Portugal não foram reportadas reações adversas no âmbito do sistema de fármaco vigilância”, disse Graça Freitas à imprensa portuguesa.

Graça afirma ainda que as instituições nacionais e internacionais continuam a acompanhar a “evolução da utilização deste medicamento em todo o mundo e vão ajustando as suas recomendações de acordo com essa evolução”.

Apesar de ser um medicamento antiviral utilizado no tratamento da malária, a hidroxicloroquina tem tido bons resultados na ajuda ao combate a covid-19.

No Brasil, o medicamento passou a fazer parte do protocolo de combate à casos leves e graves, depois de insistência do presidente, Jair Bolsonaro.

O protocolo que libera o uso pelo Sistema Único de Saúde (SUS) permitia a medicação apenas para casos graves da doença, o que vinha sendo criticado pelo presidente, que desde o início defende o uso do medicamento.

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