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Polícia pode lutar para repatriar japonesa assassinada

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A polícia brasileira pode não conseguir repatriar o corpo de uma japonesa que foi encontrada assassinada no Brasil, onde buscou tratamento em um retiro espiritual, disse um investigador nesta quinta-feira.

Polícia pode lutar para repatriar japonesa assassinada
Foto: (reprodução/internet)

O caso

Hitomi Akamatsu, 43, foi encontrada nesta segunda-feira perto de uma cachoeira em uma propriedade do guru espiritual, João Teixeira de Faria, conhecido como “João de Deus”. 

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O autoproclamado curandeiro, que se tornou uma celebridade depois de aparecer em um programa apresentado por Oprah Winfrey, foi condenado por estuprar mulheres em seu retiro.

A polícia prendeu Rafael Lima da Costa, um jovem de 18 anos que confessou ter matado Akamatsu em 10 de novembro durante um assalto. A polícia o rastreou usando imagens de câmeras de segurança e descobriu onde ele havia queimado roupas, segundo a detetive Isabela Silva.

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Pode ser difícil mandá-la de volta ao Japão, disse Silva.

“Por seu corpo estar em estágio avançado de decomposição, não sabemos se conseguiremos embalsamar ela”, disse Silva.

A polícia disse que Akamatsu chegou ao rancho há cerca de dois anos para buscar tratamento para a exposição radioativa que ela disse ter obtido na explosão no Japão em Fukushima. 

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Ela havia ficado mesmo depois da prisão de João de Deus e era bem conhecida pelos moradores da cidade de Abadiânia, cerca de 120 quilômetros a sudoeste da capital federal, Brasília.

A embaixada do Japão no Brasil disse em um comunicado na quarta-feira que havia sido informada de sua morte pela polícia local em 16 de novembro. Diplomatas japoneses disseram estar em contato com autoridades e que precisavam ser alertados sobre sua morte, sem dar mais informações.

Traduzido e adaptado por equipe O Verbo News
Fonte: Reuters

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