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Política

Witzel é alvo de ação da PF sobre desvio de verbas contra a Covid

Esposa do governador tem contrato com empresa investigada.

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A Polícia Federal (PF) iniciou nesta terça-feira (26) a Operação Placebo, que investiga suspeitas de desvios na Saúde do estado do Rio de Janeiro em meio a pandemia do coronavírus. Entre os mandatos de busca e apreensão, está a residência oficial do governador Wilson Witzel (PSC) e na casa dele no Grajaú.

Equipes da PF iniciaram o cumprimento de 12 mandatos, sendo que às 8h40 saíram do Palácio Laranjeiras com um malote com documentos, como também na casa onde Witzel morava antes de ser eleito, no Grajaú, e no escritório de advocacia do governador, que é ex-juiz federal.

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O governador está vem sendo acusado de superfaturamento na compra de equipamentos para combater o Covid-19 e envolvimento em possíveis fraudes na compra de materiais hospitalares. Witzel nega qualquer ligação com os esquemas e mandou apurar as denúncias.

Nos últimos dias a PF tornou-se foco dos noticiários, mas não por conta das operações que realiza no combate a corrupção, mas devido a uma suposta interferência do presidente da República, que culminou na saída do ex-ministro da Justiça e Segurança Pública.

As investigações contra Witzel apontam “vínculo bastante estreito e suspeito” entre a primeira-dama e as “empresas de interesse de Mário Peixoto”, empresário dono de fornecedoras que prestam serviços para governos e que foi preso na Operação Favorito.

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Helena Witzel, que possui um escritório de advocacia, teria recebido valores da DPAD Serviços Diagnósticos, que tem contratos com o escritório. O Ministério Público Federal aponta que houve transferências de recursos entre as empresas.

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