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Pastor é investigado por promover culto em aldeia indígena durante pandemia

Investigação foi requerida pelo Ministério Público Federal por suposto crime sanitário.

Michael Caceres

Publicado

em

Assembleia de Deus em aldeia (Google Earth)

A Delegacia de Polícia Federal de Tabatinga, no interior do Amazonas, decidiu investigar o pastor Davi Felix Cecílio, que também é servidor da Coordenação Regional do Alto Solimões da Fundação Nacional do Índio (Funai), devido a um culto realizado com índios.

O culto foi realizado no dia 28 de março com a presença de 400 pessoas na comunidade indígena Feijoal em Benjamin Constant, em meio a pandemia de coronavírus.

A investigação atende a um pedido feito pelo Ministério Público Federal, no dia 31 de março, para que seja apurado suposto crime de infração de medida sanitária preventiva.

A realização do evento foi denunciada pela Procuradoria Federal Especializada junto à Funai, alegando que tanto a Coordenação Regional da Funai do Alto Solimões, quanto o Distrito Sanitário Indígena do Alto Solimões (Dsei/ARS) orientaram para que o evento não fosse realizado.

Na alegação enviada para a instauração do inquérito, segundo informa o Estadão, o Ministério Público Federal apontou o descumprimento de lei federal e também a não obediência ao decreto estadual que suspendeu o funcionamento de todas as igrejas, templos religiosos, lojas maçônicas e estabelecimentos.

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