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Muçulmanos começaram o tráfico de escravos em grande escala, afirma antropólogo

Estudioso revela que os árabes promoveram um verdadeiro genocídio do povo negro.

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Tidiane N'Diaye. (Foto: Reprodução)

O antropólogo Tidiane N’Diaye tem revelado que os árabes muçulmanos são os responsáveis pelo tráfico de escravos em grande escala, um processo que arrasou a África Subsariana durante treze séculos ininterruptos.

Autor do livro “O Genocídio Ocultado”, lançado em 2008, ele fez uma ampla pesquisa sobre o assunto e sustenta que estas práticas escravagistas ainda aconteçam.

“É preciso reconhecer que as implosões pré-coloniais inauguradas pelos árabes destroem sem dúvida os povos africanos, que não tiveram um intervalo desde sua chegada. Como mostra a história, os árabes-muçulmanos estão na origem da calamidade que foi o tráfico e a escravatura, que praticaram do século VII ao século XX”, diz.

Segundo ele, do sétimo ao décimo sexto século, durante quase mil anos, os árabes foram os únicos a praticar o comércio de escravos. Em sua pesquisa, ele diz que quase 10 milhões de africanos foram deportados neste período.

“Quando isso não era suficiente, invadiram outros alegados “irmãos muçulmanos” e confiscaram os seu bens. Sob este acordo árabe-muçulmano, os povos africanos foram raptados e mantidos reféns permanentemente”, declarou ele ao Diário de Notícias.

N’Diaye revelou que desde o início do comércio oriental de escravos que os muçulmanos árabes decidiram castrar os negros para evitar que se reproduzissem. Por isso ele chama o processo todo de genocídio.

“Eu só falo de genocídio para descrever o comércio de escravos transaariano e oriental. O comércio transatlântico, praticado por ocidentais, não pode ser comparado ao genocídio. A vontade de exterminar um povo não foi provada”, concluiu.

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