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Ciência & Saúde

Ministro da Saúde diz que país não precisa de “lockdown absoluto”

Ministro avalia que paralisação trará consequências para a economia.

Michael Caceres

Publicado

em

Jair Bolsonaro e Henrique Mandetta. (Foto: Isac Nóbrega / PR)

Em entrevista coletiva nesta segunda-feira (30) o ministro da Saúde, disse que o país não precisa de “lockdown” absoluto, se referindo a paralisação geral imposta por governadores e prefeitos.

Ele também afirmou que as medidas tomadas serão sentidas “na próxima quinzena” e que a paralisação de duas semanas irá resultar em “frutos lá na frente”.

“Quando você para hoje, o que você fez nos 14 dias anteriores é que reflete nas suas duas semanas para frente. Essa paralisação de duas semanas – você vai colher os frutos lá na frente”, disse.

O ministro também defende o “distanciamento social”, mas sem o “isolamento absoluto”, lembrando que isso não acontece no Brasil, pois há um grupo de pessoas circulando nas ruas. “Não estamos ainda em lockdown absoluto”, disse.

“Eu vejo o grande divisor é: temos uma onda na saúde, temos uma onda na economia. Parece que é consenso de todos que fazer um lockdown absoluto da sociedade brasileira, neste momento, não é o que a gente tá precisando. Porque a gente vai ter muito problema na frente”, concluiu.

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