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Juiz federal defende que igreja é serviço essencial: “ninguém pode fechar”

William Douglas falou um pouco sobre direitos constitucionais.

Michael Caceres

Publicado

em

William Douglas (Foto: Reprodução/YouTube)

O juiz federal William Douglas, da 4ª Vara Federal de Niterói, Rio de Janeiro, afirmou durante visita à Igreja Assembleia de Deus Madureira, liderada pelo bispo Abner Ferreira, que o templo não pode ser fechado por ninguém, pois é serviço essencial.

Nas redes sociais, William comentou que “cedo fui à padaria, atividade essencial, comprar o pão para o corpo. É uma alegria agora estar no templo, atividade essencial, para receber de graça o pão espiritual”. Ele destacou que todas as medidas sanitárias estavam sendo cumpridas.

Antes de pregar na igreja-mãe do Ministério de Madureira, o magistrado comentou a postagem e reiterou que o uso da máscara as autoridades podem cobrar, assim como o uso do álcool gel e o distanciamento, mas não podem fechar os templos.

“Isso podem pedir da gente: a máscara podem pedir, o álcool podem pedir, o distanciamento podem pedir, mas não queira fechar igreja. E quando eu falo em fechar igreja é fechar o templo, porque o que eles conseguem fechar é o templo, porque a igreja somos nós”, disse.

William Douglas enfatizou que o templo é um lugar protegido pelos direitos humanos, pela Constituição e por ser atividade essencial “não pode ser fechado por ninguém”. “Isso é um direito civil, não estou falando de religião, estou falando de um direito constitucional, de direito civil, a gente tem o direito de se reunir, está na Constituição e a gente tem que conhecer os nossos direitos”, enfatizou.

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