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Jornalista diz que general iraniano torturava crianças: “Pior do que poderia imaginar”

Qasem Soleimani liderava cerca de 15 mil homens na força Quds do Irã.

Michael Caceres

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O general iraniano Qasem Soleimani, morto em um ataque dos Estados Unidos, seria responsável por espalhar terror no Oriente Médio, sendo responsável até mesmo por promover tortura contra crianças.

Segundo relato de Dan Andros, editor-chefe do site Faith Wire, em 2015 esteve frente a frente com o terror causado pelo chefe do serviço secreto iraniano e um dos principais nomes do regime islâmico.

Ele conta que durante visita ao Iraque, com o objetivo de cobrir o mal causado pelo Estado Islâmico naquele país, presenciou situações difíceis enfrentadas por vítimas do terror.

Durante a passarem pelo país, Andros afirma ter conhecido uma família, em um campo de refugiados, que havia sido vítima de milícias xiitas iranianas, as mesmas comandadas por Qassem Soleimani.

O chefe daquela família relatou que seu filho foi torturado e teve as pernas perfuradas como forma de ameaça. A criança estava deitada em uma maca e com sinais de trauma.

Ao relatar o que a criança havia sofrido, o pai afirmou que ele ainda tinha pesadelos diários, além de muitas vezes defecar e urinar por causa do medo causado pelas milícias.

“Ouvir os detalhes de uma violência tão horrível e ver os resultados dela pessoalmente foi difícil o suficiente para passar. Só podemos imaginar como era realmente vivê-lo”, disse Dan.

Qasem Soleimani estava encarregado de cerca de 15.000 homens na força Quds do Irã, responsável principalmente pelas operações “militares” que ocorrem fora do país.

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