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Política

Infiltrados: Grupo quer criar bancada “evangélica” socialista

Intenção é desassociar os evangélicos do conservadorismo.

Michael Caceres

Publicado

em

Câmara dos Deputados (Foto: Marcello Casal Jr./Agência Brasil)

Os planos da militância de esquerda para se infiltrar entre os evangélicos e tentar conquistar apoio ganha mais um episódio polêmico, com a criação da Bancada “Evangélica” Popular (BEP), de viés socialista e que pretende desassociar os evangélicos do conservadorismo.

“Nosso setor evangélico tem participado de forma negativa na política, com lideranças e um projeto de poder que não combinam com os valores do evangelho. Ferem a laicidade do Estado, cultivam a cultura do ódio e prejudicam a luta por justiça social”, disse o grupo em uma publicação.

A linha de pensamento comunista, apontada como “uma religião inspirada, dirigida e motivada pelo próprio diabo” pelo saudoso evangelista Billy Graham, tem sido rejeitada pelas igrejas cristãs, o que tem levado os socialistas a tentarem formas de influenciar dentro das igrejas evangélicas.

Com a criação da BEP, os socialistas pretendem entrar em partidos e eleger nomes de sua escolha, com o objetivo de mudar o posicionamento evangélico dentro da política.

“É nosso propósito ocupar as câmaras e assembleias com uma bancada evangélica popular, que lute e defenda os direitos de nosso povo”, anuncia o grupo.

Entre os grupos envolvidos estão a Frente de Evangélicos pelo Estado de Direito, o Coletivo Inadequados e o Evangélicas Pela Igualdade de Gênero. Eles fazem parte de igrejas protestantes como a Comunidade Cristã na Zona Leste (CCZL), a Igreja Metodista da Luz e a Igreja da Garagem.

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