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Sociedade

Impopular e pressionado, Dória quer “reunião de paz” com Bolsonaro

Reunião virtual acontece em meio ao aumento no número de vítimas por coronavírus.

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Em meio a uma enorme impopularidade e pressão por conta das medidas restritivas em São Paulo, o governador João Dória (PSDB) pediu que a reunião desta quinta-feira (21) com o presidente da República, Jair Bolsonaro, aconteça em clima de paz.

A conversa virtual acontecerá logo após o Brasil ter registrado mais de mil mortos por Covid-19 em 24 horas, um recorde, e após o Ministério da Saúde mudar o protocolo sobre o uso da cloroquina para casos leves do coronavírus.

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Dória chegou a rechaçar a possibilidade de permitir o uso da cloroquina como forma de tratamento em São Paulo, o que gerou muitas críticas. Ao ser questionado sobre o medicamento, ele afirmou que “não, nós não faremos distribuição, nem aplicação generalizada da cloroquina. Por que? Porque a ciência não recomenda”.

Alguns profissionais de saúde defendem que não há comprovação científica de que a cloroquina é capaz de curar o Covid-19, ainda que exista muitos relatos de que os resultados do uso do medicamento podem ter sido eficientes em diversos casos.

O novo protocolo mantém a necessidade de o paciente autorizar o uso da medicação e estabelece que o médico precisa decidir sobre a aplicação ou não do remédio, baseado em estudos técnicos.

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Um termo de consentimento, que deve ser assinado pelo paciente, ressalta que “não existe garantia de resultados positivos” que “não há estudos demonstrando benefícios clínicos”.

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