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Igreja Universal pode ser expulsa de Angola

Igreja enfrenta dois processos no país africano

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A Igreja Universal do Reino de Deus foi denunciada por ex-pastores em Angola e pode ser expulsa do país africano segundo a lei de Liberdade Religiosa (lei de nº 12/19).

A informação foi confirmada pela agência Rfi pelo diretor do Instituto Nacional para Assuntos Religiosos (INAR), Francisco Castro Maria, relevando que, se as denúncias forem comprovadas, a denominação liderada por Edir Macedo será obrigada a deixar o país.

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A Procuradoria-Geral da República abriu dois processos-crime contra a IURD, segundo o primeiro deles para investigar as denúncias de que pastores são forçados a fazerem vasectomia, caso que seria tratado como “atos contra a integridade”.

Já o segundo processo é sobre o envio de dinheiro para o exterior de forma ilegal.

Representantes dos ministérios do Interior, da Cultura e da Justiça e Direitos Humanos formaram uma comissão para acompanhar as investigações.

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De acordo com o diretor de Gabinete de Comunicação Institucional e Imprensa do ministério do Interior, subcomissário Waldemar José, a investigação está sob sigilo.

“Todos os indícios probatórios estão sendo investigados e isso vai permitir que seja determinada a relação criminal entre todos os envolvidos. Caso as denúncias sejam comprovadas, os responsáveis, individualmente ou até mesmo coletivamente, serão legalmente responsabilizados”, disse José.

Em resposta, a IURD declarou que “está serena, aguardando o andamento da processo de instrução, pois até o momento não se sabe nem se a igreja será acusada. Por isso, é extremamente pré-maturo e despropositado qualquer menção sobre suspensão ou possível encerramento da instituição”.

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