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Sociedade

Igreja Anglicana usa “anjo da faca” para incentivar proibição de facas de cozinha

Para líderes da igreja, problema está na “arma”, não nas pessoas.

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Anjo da Faca. (Foto: Divulgação)

Os líderes da Igreja Anglicana na Diocese de Rochester, Reino Unido, pediram que o governo imponha regras mais rígidas à venda de facas domésticas.

Por meio de uma carta aberta, os religiosos pediram a proibição da venda de facas de cozinha pontiagudas. O documento foi assinado também por líderes comunitários e deputados.

Segundo estatísticas, o número de crimes por faca aumentaram 80% no Reino Unido desde 2014.

Por isso, os signatários instaram o governo a “tomar medidas urgentes para promover a venda de modelos de facas de cozinha seguras e restringir os modelos que foram usados ​​em tantos atos de violência”.

O texto fala que as facas foram inventadas para ajudar a pegar a comida antes que o garfo fosse inventado e que agora não são mais necessárias.

O Rev. Simon Burton-Jones, bispo de Tonbridge, disse: “O crime com faca destrói a vida de famílias e amigos, perfurando as redes que nos dão vida, significado e apoio”.

A Igreja Anglicana resolveu se manifestar por entender que esta luta faz parte do seu papel. “A Igreja tem um papel a desempenhar, pois está localizada na maioria dos lugares, se não em todos”, declarou Burton-Jones.

Além disso, a Igreja instalou a imagem do “anjo da faca” na catedral de Rochester, monumento que ficará na porta da igreja até o final de setembro para conscientizar a vizinhança.

Até o momento, segundo o site Premier, mais de 5.000 pessoas passaram por lá e assinaram um livro se comprometendo a não portarem facas.

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