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Política

FHC, Haddad, Huck e Freixo se unem contra governo Bolsonaro

“Vamos juntos sonhar e fazer um Brasil que nos traga de volta a alegria e o orgulho de ser brasileiros”, diz texto.

Michael Caceres

Publicado

em

FHC, Haddad, Freixo e Huck (Reprodução / Montagem)

Personalidades de esquerda decidiram se unir em um manifesto contra o governo do presidente Jair Bolsonaro, convocando “partidos, seus líderes e candidatos agora deixem de lado projetos individuais de poder em favor de um projeto comum de país”.

Entre os que assinam o manifesto, estão nomes como do ex-presidente Fernando Henrique Cardoso (PSDB); o ex-prefeito de São Paulo Fernando Haddad (PT); o governador do Maranhão, Flávio Dino (PCdoB); o deputado federal Marcelo Freixo (PSOL); e o apresentador da Rede Globo e possível candidato a Presidência da República, Luciano Huck.

O documento defende “uma administração pública reverente à Constituição”, no movimento que foi batizado como “Estamos Juntos”, o que demonstra o tamanho da oposição ao governo Bolsonaro e afirma representar “mais de dois terços da população do Brasil” e sugerem uma união semelhante ao período das Diretas Já, quando o país vivia sob regime militar, o que não acontece agora.

“Como aconteceu no movimento Diretas Já, é hora de deixar de lado velhas disputas em busca do bem comum. Esquerda, centro e direita unidos para defender a lei, a ordem, a política, a ética, as famílias, o voto, a ciência, a verdade, o respeito e a valorização da diversidade, a liberdade de imprensa, a importância da arte, a preservação do meio ambiente e a responsabilidade na economia”, afirma o movimento.

No manifesto ainda há orientação sobre a defesa de “uma administração pública reverente à Constituição, audaz no combate à corrupção e à desigualdade, verdadeiramente comprometida com a educação, a segurança e a saúde da população. Defendemos um país mais desenvolvido, mais feliz e mais justo.”

Curiosamente, a lista é assinada por um grupo que desde o início do governo Bolsonaro têm se empenhado a fazer críticas e atacar o Poder Executivo, incluindo ex-políticos, como o ex-governador capixaba Paulo Hartung (sem partido); o ex-senador Cristovam Buarque (Cidadania); os ex-deputados federais Manuela D’Ávila (PCdoB) e Jean Willys (PSOL).

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