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Política

Ezequiel Teixeira: “eleitor conhece as propostas do PT e por isso as rejeita”

Pastor declara voto em Bolsonaro e lembra que Haddad é o “pai do kit gay”

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Fernando Haddad foi ministro da Educação por sete anos (2005-2012), nos governos de Lula e Dilma Rousseff. Os resultados de sua administração podem ser melhor analisados hoje em dia.

Os números do Índice de Desenvolvimento da Educação Básica (Ideb), divulgados mês passado mostram que os alunos brasileiros não conseguem alcançar as metas estabelecidas. Em 2017, nos anos finais do ensino fundamental, do 6º ao 9º ano, o Ideb chegou a 4,7 enquanto o esperado era 5 pontos.

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Ao mesmo tempo, no ensino médio, etapa mais crítica, o índice avançou 0,1 ponto, após ficar estagnado por três divulgações seguidas, chegando a 3,8. A meta estabelecida era 4,7.

Esses dados já seriam suficiente para mostrar que Haddad não foi um bom gestor e que todos os alunos do Brasil acabaram pagando o preço. Mas o que deixou marcada sua passagem pela pasta da Educação foi o “kit gay”.

A cartilha, batizada na época de “Escola sem homofobia”, apresentava a crianças a partir dos 11 anos situações sobre sexualidade (incluindo homossexual) e visava debater o “preconceito” contra gays, lésbicas, bissexuais, travestis e transsexuais.

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A pressão da bancada evangélica fez a então presidente Dilma Rousseff vetar sua distribuição. Um dos seus atuais membros, o deputado Ezequiel Teixeira (Podemos/RJ) está fazendo um alerta para as famílias brasileiras.

“O eleitor conhece as propostas do PT e por isso as rejeita”, afirma. Declarando seu voto em Bolsonaro,  o parlamentar lembra que a luta contra a erotização infantil é uma constante na atuação de ambos e que há diversos projetos de lei elaborados por petistas tramitando na Câmara que confrontam a fé cristã.

Teixeira cita como exemplo o PL 5002/2013, de autoria dos deputados Jean Wyllys (PSOL/RJ) e Érika Kokay (PT/DF), que trata sobre a possibilidade de menores de idade mudarem de sexo mesmo sem a autorização dos pais.

“Temos tantos problemas em nosso país causados por esse pessoal do PT e seus puxadinhos. O brasileiro quer saber é de emprego, saúde e educação. Não há a mínima possibilidade de quem jogou o país nessa crise conseguir reverter o estrago que causou Esse discurso é enganoso, lembrem que eles apoiaram ditaduras e mandaram nosso dinheiro para patrocinar obras no exterior, enquanto a tanto para fazer aqui”, destaca.

Para o deputado, que também é o pastor fundador do Projeto Vida Nova, “é preciso dar um basta”. Sua convicção é que somente a eleição de Jair Bolsonaro significa mudança real, mas o eleitor não deve se esquecer que a maioria das decisões precisarão passar pelo Congresso e, portanto, são necessários deputados que defendam essa causa.

“O Brasil viverá um novo tempo. Nós temos orado e profetizado isso sobre a nação há muito tempo. Deus está respondendo de muitas formas. Eu peço aos cristãos que não ignorem o perigo que enfrentamos caso eles [PT] voltem ao poder. Tantos escândalos de corrupção, tantas mentiras. Essa é a hora da virada. Vamos votar com consciência, em candidatos ficha limpa que querem o bem das famílias brasileiras”, pediu.

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