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Estudo contra cloroquina da revista “Lancet” é retirado do ar por autores

Cientistas dizem não poder garantir a veracidade da base de dados utilizada.

Michael Caceres

Publicado

em

Hidroxicloroquina (Brasil2/iStock)

Um estudo sobre o uso da cloroquina e da hicroxicloroquina em pacientes com o novo coronavírus, foi retirado do ar pelos autores, pois a base de dados que comprovaria, supostamente, que a droga é prejudicial havia sido adulterada, causando prejuízo a pesquisa.

O estudo contra o medicamento foi publicado em 22 de maio na revista The Lancet, com mais de 96 mil pacientes internados e havia concluído que tanto o uso da cloroquina, como da hicroxicloroquina, ambos eram prejudiciais aos pacientes, aumentando o risco de morte e de arritmia cardíaca.

Esse estudo foi tomado como base pela Organização Mundial de Saúde (OMS) em sua decisão de suspender outra pesquisa global com a droga, até que uma série de suspeitas veio a tona, principalmente sobre a base de dados utilizada no trabalho, o que fez com que a OMS decidisse retomar os testes clínicos com a substância.

Na última terça-feira, 2 de junho, a revista Lancet havia divulgado um “manifesto de preocupação” com relação ao estudo, o que levou os cientistas a se manifestarem publicamente afirmando que não tiveram condições de confirmar a veracidade dos dados apresentados.

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