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Sociedade

Empresas investem em tecnologia pensando no “novo normal”

As tecnologias de distanciamento também se consolidarão no pós-pandemia.

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Fazendo as contas com folhas e notebooks. (Helloquence / Unsplash)

A pandemia da covid-19 mudou consideravelmente o modo de trabalho da maioria das empresas do mundo.

Essas transformações mudaram o papel das tecnologias, colocando softwares e equipamentos como itens essenciais para a realização de várias tarefas.

Percebendo as facilidades tecnológicas e visando superar os desafios que enfrentarão pela frente, as empresas já estão investindo na área, pensando na retomada econômica.

Este movimento começou quando as empresas se viram obrigadas a adotar o estilo de trabalho remoto.

Um levantamento da companhia Capterra mostrou que 43% das pequenas e médias empresas do Brasil investiram em programas de computador durante a pandemia. Os mais adquiridos foram os softwares de videoconferência e os de gerenciamento remoto de equipes e tarefas.

Também existe uma tendência de mudança nos equipamentos de informática, visando uma maior mobilidade dos trabalhadores.

O computador desktop, que é mais usado pelas empresas, está sendo substituído por notebooks, que apesar de geralmente menos potentes, permitem a movimentação fácil, ideal para implementação gradual do trabalho remoto no pós-pandemia.

O crescimento do comércio online também influenciou o aumento dos gastos das empresas com tecnologia. Para vender pela internet, é preciso utilizar plataformas de pagamento e exibição dos produtos, que exigem investimento por parte dos empresários.

Essa maior presença digital exige também que as companhias invistam em segurança digital, pois os golpes na internet estão cada vez mais frequentes e os prejuízos podem comprometer qualquer empresa. Por isso, no “novo normal”, a cibersegurança será um investimento corriqueiro por parte das empresas de todos os portes.

As tecnologias de distanciamento também se consolidarão no pós-pandemia. Para reduzir a insegurança dos consumidores, muitos empresários estão investindo em formas de receber pagamentos sem contato, seja de modo digital, ou através de máquinas que funcionam por aproximação.

Por fim, a higiene também será modernizada. A utilização dos robôs de limpeza, por exemplo, já é realidade em muitos países e será fundamental para que alguns segmentos, como os de hotelaria e transporte, reconquistem a confiança dos consumidores, que continuarão com preocupações relacionadas à higiene.

As igrejas também entram nesta onda de investimentos tecnológicos, percebendo a importância que as tecnologias de informação têm para a evangelização, aumentando o alcance da Palavra de Deus. Atualmente, os cultos online já estão totalmente consolidados e atraem cada vez mais fiéis.

O presidente Bolsonaro não está medindo esforços para auxiliar nesta guinada digital: recentemente, ele criou o Comitê de Governança Digital e Segurança da Informação, que tem como maior objetivo criar e aprovar o Plano de Transformação Digital.

Em janeiro deste ano, antes mesmo da pandemia, o presidente aprovou uma política de incentivo para as tecnologias da informação em todo o território nacional.

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