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Opinião

E o vento levou o bom senso da HBO

O politicamente correto é um câncer no mundo ocidental.

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A patrulha ideológica ressentida é incansável na luta por estabelecer um totalitarismo que segrega, divide e incita o ódio.

O que a plataforma de streaming da HBO fez (cancelar um clássico do cinema mundial) foi se render a um grupo de extrema-esquerda que consegue muito mais do que ver pelo em ovo; consegue castrar as liberdades em nome de um ideal de justiça e equidade social.

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É lógico que o filme é de outra geração e que retratava uma época nos EUA onde o racismo era muito mais intenso; porém, isso não pode ser um álibi para que a gente ignore o produto cultural e o considere inadequado para ser consumido nos dias de hoje.

A mesma turma que reclamou da “censura” do prefeito do Rio, Marcelo Crivella, no episódio do HQ que servia de inspiração homoafetiva para as crianças, é a mesma que agora acha justo censurar um filme vencedor do Oscar.

Me faz lembrar do episódio recente envolvendo o comediante que já não faz ninguém rir faz tempo, Fábio Porchat. Se orgulhou [e ainda se orgulha] de ter feito piadas que podemos considerar cristofóbicas, repletas de preconceitos contra a fé cristã, mas se rendeu ao politicamente correto e quase se ajoelhou como o “cão arrependido do Chaves”, pedindo perdão pelo pecado cometido contra o Superior Tribunal Social da gordofobia.

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A hipocrisia, a incoerência e a falta de bom senso são marcas desta extrema-esquerda identitária que vê racismo, “preconceitos e fobias” e injustiça em praticamente tudo.

Não tem outro jeito. Agora cabe ao consumidor se posicionar contra esse absurdo cancelando a assinatura da HBO.

Talvez assim aprendam a não pensarem tanto nos militantes ressentidos e se comprometam mais com o entretenimento e a liberdade de consciência de seus assinantes.

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Casado com Ana Talita, seminarista e colunista no site Gospel Prime. É pregador do evangelho, palestrante para família e casais, compositor, escritor, músico, serve no ministério dos adolescentes da Betânia Igreja Batista (Sulacap - RJ), na juventude da PIB de Vilar Carioca e no ministério paraeclesiástico chamado Entre Jovens. Em 2016, publicou um livro intitulado “Aos maridos: princípios do casamento para quem deseja ouvir”.