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De procurado pelo FBI a pastor de presos, conheça Richard D. Mangone

Hoje ele lidera um ministério que evangeliza homens que cometeram crimes.

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Richard D. Mangone. (Foto: Reprodução / Divulgação)

Condenado por inúmeras acusações de conspiração, fraude bancária e lavagem de dinheiro, Richard D. Mangone ficou muitos anos em uma prisão de média segurança nos EUA e hoje testemunha sua conversão.

Antes de ter sua vida transformada, ele se tornou um fugitivo da polícia por não comparecer a uma audiência, fugindo de Boston (Massachutts) para Nashville (Tennessee) onde utilizou uma identidade falsa para “seguir” uma nova vida sem ser perseguido.

“Mas minha vida em fuga acabou me valendo um lugar na lista de fugitivos mais procurados dos EUA”, revelou ele ao Christianity Today.

Gastando todo dinheiro que havia levado consigo em festas, jogos de azar, aplicações na bolsa e namoradas, ele entrou em um estado de desespero e planejou se matar, mas naquela noite algo surpreendente aconteceu.

“Enquanto navegava nos canais de TV naquela noite, parei em um evangelista pregando sobre Jesus na cruz. Colocando as mãos na TV e chorando, pedi a Jesus que me perdoasse por todos os meus pecados e me recebesse como seu filho. Parece um clichê, mas senti um grande peso levantando dos meus ombros”, testemunha.

Sem nunca ter tido contato com a religião, ele saiu para comprar uma Bíblia e fitas de ensino cristão, por meses ele começou a estudar a Palavra e, sendo tocado por Deus, resolveu voltar para sua esposa e filhos, iniciando seu processo de transformação.

Se mudando para o Kentucky, ele resolveu se confessar com um padre e então se entregar para a polícia.

“Em novembro de 1995, entrei na prisão federal em Ray Brook, algemado e escoltado por policiais americanos. Eu tinha 51 anos e rapidamente me conectei com o capelão da prisão, contando a ele como vim a Cristo antes de me render”.

Na prisão ele se envolveu ainda mais com estudos da Bíblia e foi assim que sua fé se fortaleceu até o dia em que foi solto, já com 69 anos.

“Sair da prisão há seis anos abriu uma série de possibilidades para servir a Deus. Hoje, aos 75 anos, sou voluntário do Sistema de Serviços Prisionais e Preventivos dos EUA, aconselhando homens nas prisões federais e estaduais”, testemunha.

“A prisão me deu a oportunidade de crescer em Cristo e finalmente me tornar a pessoa que Deus queria que eu fosse. No futuro, espero ministrar ao maior número de prisioneiros que puder, especialmente criminosos de colarinho branco que são tão suscetíveis a tentativas de suicídio. O que resta da minha vida é dedicado à obra do Senhor. Agora estou em paz, desfrutando dos frutos de ajudar os outros”, completou.

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