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Com menos pessoas indo à igreja, cai o número de doações para caridade

Estudo mostra a relação da religião com a caridade e como a perda de fiéis tem impactado as instituições.

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Um estudo realizado em conjunto pela Lilly Family School of Philanthropy da Universidade de Indiana e pelo Vanguard Charitable Philanthropic Impact Fund mostra como a recessão econômica impactou nas doações para caridade.

Segundo a pesquisa, divulgada pela CBN News, entre os anos 2000 e 2016 o número de adultos que regularmente doam para caridade caiu de 66% para 53%.

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A equipe de pesquisa examinou os dados do Philanthropy Panel Study, um conjunto de dados do Panel Study of Income Dynamics da Universidade de Michigan, que acompanhava as mesmas doações de caridade de 9.000 famílias a cada dois anos.

Dar à caridade é uma crença central para muitas das principais religiões do mundo. Os pesquisadores da Universidade Baylor, em um estudo, descobriram que pessoas muito religiosas de qualquer fé têm maior probabilidade de doar para caridade.

Os pesquisadores acreditam que um fator que reduz esses números é a frequência à igreja. Estudos mostram que há menos pessoas religiosas nos EUA à medida que o número de ateus e agnósticos está aumentando.

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Os grupos religiosos tradicionalmente recebem a maior parte dos dólares de caridade dos americanos. Mas isso também caiu.

O relatório anual da Giving USA sobre filantropia mostra que, embora os grupos religiosos ainda recebessem a maior parte do dinheiro de caridade em 2018 com 29% do total de doações, marcou o primeiro ano em que a doação à religião caiu abaixo de 30% do total de doações.

Os autores do estudo dizem que os jovens estão dando menos devido ao “infortúnio de entrar na força de trabalho durante a pior crise econômica desde a Grande Depressão”.

Como a CBN News relatou, os Millennials têm deixado as igrejas em números alarmantes. Um estudo mostra que 59% dos millennials criados na igreja já foram embora.

“A participação nos serviços está relacionada à doação a organizações religiosas, mas também à doação a grupos seculares”, disse a coautora do relatório Una Osili, reitora associada de pesquisa e programas internacionais da Lilly School.

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