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Brasil em negociações avançadas com Pfizer para compra de 70 milhões de doses da vacina COVID-19

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O governo está em negociações avançadas com a Pfizer Inc para a compra de 70 milhões de doses de sua vacina COVID-19 e um Memorando de Intenções deve ser assinado esta semana, informou o Ministério da Saúde nesta segunda-feira.

Brasil em negociações avançadas com Pfizer para compra de 70 milhões de doses da vacina COVID-19

Foto: (reprodução/internet)

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As negociações 

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O ministério disse em um comunicado que a vacina desenvolvida pela Pfizer e BioNTech, cujos resultados finais do teste mostraram uma taxa de sucesso de 95% e nenhum efeito colateral sério, será entregue no próximo ano.

Na manhã desta segunda-feira, o presidente Jair Bolsonaro disse que o governo vai oferecer as vacinas COVID-19 gratuitamente a todos os brasileiros, assim que a agência reguladora sanitária Anvisa der a aprovação científica e legal.

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Em uma postagem em sua conta no Twitter, Bolsonaro disse que o ministério da economia garantiu que não haverá falta de recursos para administrar uma vacina a todos que a desejarem.

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O tweet de Bolsonaro veio pouco antes de o presidente do centro biomédico do Instituto Butantan de São Paulo, Dimas Covas, dizer que todos os dados necessários para a vacina CoronaVac desenvolvida pela chinesa Sinovac Biotech Ltd. foram ou serão enviados à agência reguladora de saúde Anvisa.

Ele espera que a Anvisa aprove, independentemente da tempestade política entre Bolsonaro e o governador de São Paulo, João Doria, por causa das vacinas concorrentes.

“Quero pensar que nenhum problema político é maior do que a vida das pessoas”, disse Covas em entrevista à GloboNews.

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Doria disse na segunda-feira que o estado mais populoso do país planeja começar a vacinar sua população contra COVID-19 em 25 de janeiro. O governo federal espera lançar seu próprio plano de imunização pelo menos um mês depois.

O cronograma ambicioso de Doria chega mesmo que a vacina do Sinovac ainda não tenha sido aprovada pela Anvisa.

Doria frequentemente entra em confronto sobre a vacina com Bolsonaro, um agressivo crítico da China que rejeitou sem fundamento o candidato a Sinovac por falta de credibilidade.

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Uma implementação inicial bem-sucedida marcaria uma vitória política significativa para Doria, um político de centro-direita que deve concorrer contra o Bolsonaro nas eleições presidenciais de 2022.

O Brasil tem a terceira maior contagem de casos de coronavírus do mundo, com mais de 6,6 milhões, e o segundo maior número de mortes, de mais de 177.000.

Traduzido e adaptado por equipe O Verbo News
Fonte: Reuters

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