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Arolde de Oliveira diz que houve “interpretação equivocada” no caso do celular de Anderson do Carmo

Chip em nome de Yvelise Oliveira foi conectado ao celular perdido de Anderson do Carmo, assassinado há mais de 6 meses.

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Arolde de Oliveira. (Foto: Agência Brasil)

O senador Arolde de Oliveira (PSD-RJ) voltou a usar as redes sociais para comentar as informações de que sua esposa, a empresária Yvelise de Oliveira, teve um chip em seu nome conectado ao telefone desaparecido do pastor Anderson do Carmo, morto em junho do ano passado.

As informações da polícia dizem que o chip em nome da diretora da MK Music, mesma gravadora de Flordelis, foi conectado ao celular do pastor e que este ainda entrou na rede Wi-Fi da residência dos Oliveiras, localizada na Barra da Tijuca.

Mas segundo o senador há uma “interpretação equivocada” desses dados, pois sua esposa ligou para o pastor Anderson por volta das 10:35 na noite da morte, dizendo que não estava conseguindo falar com a cantora.

“Foi a única ligação feita desde então com a deputada. Naturalmente, o rastreamento feito pela empresa operadora de telefonia acusou os dados de registro da chamada gravados no chip do telefone da Yvelise. Uma interpretação equivocada deve ter levado a autoridade ao entendimento de que o chip do telefone do pastor morto estava no telefone da minha esposa Yvelise e, portanto, na nossa casa.”, disse o senador no Twitter.

Arolde também fala em “má fé” da imprensa, “ignorância” e “perseguição” contra ele e sua família para justificar as informações vazadas nas redes sociais tentando associá-los ao crime.

“Imaginamos que tudo será esclarecido rapidamente pelos responsáveis que atuam no caso. Obrigado. Paz”, disse ele.

A empresária Yvelise de Oliveira foi convocada a depor, já o senador Arolde não é investigado e nem terá que prestar esclarecimentos para a Delegacia de Homicídios de Niterói, responsável pela investigação.

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