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Sociedade

“Antifascistas” prometem “usar de violência” em protestos contra governo

Grupo é formado por militantes do Partido dos Trabalhadores, revela CNN.

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Os baderneiros de roupas pretas e rostos cobertos que tomaram às ruas de algumas cidades promovendo quebra-quebra e vandalismo prometem ir além.

Inconformados com a vitória conservadora nas urnas, o grupo “antifascista”, diz que “pode usar de violência para defender seus ideais”.

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“Nós somos trabalhadores, somos jovens estudantes, pessoas inconformadas com o momento político que a gente vive no país e que buscam um futuro melhor pros nossos filhos, pros nossos amigos, pras nossas famílias, esses somos nós”, diz um dos integrantes do grupo à CNN.

Eles dizem que não são “black blocs”, apesar de se vestirem de preto e apoiarem regimes totalitários, como Cuba e Venezuela, como revelou O verbo ao falar sobre um dos líderes do grupo.

Os “antifascistas” disseram que a roupa preta também é estratégica, com o objetivo de evitar que sejam identificados e punidos pelos agentes de segurança do Estado.

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Segundo informa a emissora, o grupo nasceu a partir de amigos apoiadores de Dilma Rousseff, ex-presidente petista que sofreu impeachment por tentar maquiar as contas públicas para evitar que descobrissem a irresponsabilidade fiscal de seu governo.

“Sem dúvida. Existe a necessidade da violência. A gente vive num país em que a gente tem taxa de homicídios exorbitante, extrapolante, então, é necessário. A violência ela faz parte do ser humano, faz parte da sociedade capitalista, o estado é violento com a gente, a polícia é violenta e por que não se utilizar da violência também?”, diz um dos integrantes.

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