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Opinião

Ainda bem que esse monstro não é mais presidente

Quem tanto roubou do país agora quer falar sobre como lidar com a maior crise econômica da história recente?

Maycson Rodrigues

Publicado

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Quem usa uma pandemia para fazer um discurso político ou ideológico está mais doente do que qualquer infectado por esta pandemia. Na verdade, o vírus pode ser considerado este tipo de gente – e quando se trata de um político, o nível de perversidade é ainda maior.

O ex-presidente Luiz Inácio Lula da Silva afirmou nesta terça-feira (19) que “ainda bem” que o “monstro” do coronavírus surgiu, demonstrando a necessidade da presença do Estado.

Lula deu declaração ao conceder uma entrevista por videoconferência ao jornalista Mino Carta, da revista “Carta Capital”.

Imagine você se esta fala sai do atual presidente da República? Genocida seria o mínimo dentre os adjetivos que a maior parte da imprensa e a totalidade dos militantes virtuais oposicionistas usariam contra Bolsonaro, caso ele falasse um absurdo como este que o ex-presidiário falou.

Concordo que este vírus pode ser considerado um monstro, mas ainda mais monstro é quem usa o vírus para fazer ataques políticos.

A politização da dor, da morte precoce de crianças vitimadas por balas perdidas, do sofrimento de milhares de autônomos que estão sem ter o que comer e dar de comer para suas famílias é talvez a maior prova de que falimos moralmente no ambiente do debate público.

Estes políticos que amam o Estado e odeiam as liberdades individuais, a democracia e a propriedade privada insistem no caminho do descontrole e da irresponsabilidade fiscal para supostamente atender uma demanda social quando, na verdade, estão fazendo escoar bilhões e bilhões de reais dos cofres públicos para atingirem o fim de seus enriquecimentos ilícitos.

Quem tanto roubou do país agora quer falar sobre como lidar com a maior crise econômica da história recente? Isso só pode ser piada.

E quem defende um criminoso sem alma como o Lula, que “comemora” a chegada de uma PANDEMIA para assim afirmar sua tese política que já foi comprovada pela História que não passou de um facilitador para o maior esquema de corrupção que a humanidade conheceu, é cúmplice deste tipo de narrativa insana e muito mais hostil do que as trapalhadas falas irrefletidas do atual presidente.

Bolsonaro peca por excesso de autenticidade, o que não condiz com o cargo que ocupa, mas ele foi eleito justamente por ser sincero e verdadeiro em suas posições. Agora, a comoção odiosa da maioria dos jornalistas e figuras públicas da internet e das redes sociais em torno das falas dos políticos que estão em evidência é bastante seletiva mesmo; pois, aqui neste país, se você está do lado ideológico certo, tem carta branca para falar a monstruosidade que quiser.

Casado com Ana Talita, seminarista e colunista no site Gospel Prime. É pregador do evangelho, palestrante para família e casais, compositor, escritor, músico, serve no ministério dos adolescentes da Betânia Igreja Batista (Sulacap - RJ), na juventude da PIB de Vilar Carioca e no ministério paraeclesiástico chamado Entre Jovens. Em 2016, publicou um livro intitulado “Aos maridos: princípios do casamento para quem deseja ouvir”.

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